APRESENTAÇÃO

Com o fim do cinema mudo e o início das dublagens, foi constatada a necessidade de complementar o áudio dos filmes com outros sons, tais como ambientes e ruídos, a fim de torná-lo mais realista. Isso era feito de forma artesanal, com a gravação de cada som utilizando objetos, materiais e locações que se aproximassem da sonoridade desejada. Atualmente já é possível simular efeitos sonoros altamente complexos em estúdio, criando um leque de opções de áudio para as imagens gravadas. Inclusive, na animação, onde não há som preexistente, faz-se a completa composição de ruídos em um trabalho criativo para a criação do som do filme junto à trilha sonora.

Nesta oficina, os alunos aprenderão a enriquecer o filme escolhendo, criando e sincronizando os mais variados tipos de sons e, em sequência, simulando todas as situações sonoras de uma cena.

OBJETIVO:

Estimular a criatividade do grupo através da prática, com especial destaque para a manipulação de efeitos sonoros.

PÚBLICO-ALVO

Alunos do ensino médio e superior, profissionais do audiovisual e demais interessados no tema.

CONTEÚDO:

  • Esclarecimento dos aspectos técnicos envolvidos na etapa de produção sonora do filme.
  • A música no filme de animação.
  • O uso dos efeitos sonoros no filme.
  • O que são os Ruídos de Sala e qual a sua importância.
  • Escolha e manuseio de materiais cotidianos para efeitos sonoros diversos.
  • Escolha de efeitos extraídos de uma biblioteca de som.
  • Técnica de trabalho para simulação de ambientes sonoros.
  • Noções teóricas sobre o trabalho, com programas de gravação e edição de áudio digital em computador.
  • Noções sobre o que é, e como trabalhar a edição de som.
  • O que é e como funciona a sincronização de som.
  • Explicação sobre a etapa de mixagem e noções de pós-produção: finalização e masterização.

ORIENTAÇÃO:

Alexandre Jardim – Responsável pela área de som e mixagem do CTAv. Mixou mais duzentos curtas e cinquenta longas ao longo da carreira, tais como o Dedo na ferida, de Silvio Tendler, Introdução à música do sangue, de Luiz Carlos Lacerda e Desarquivado Alice Gonzaga, de Betse de Paula.

INFRAESTRUTURA NECESSÁRIA:

Sala com uma mesa, cadeiras no número de participantes, aparelho de TV 29″ ou um projetor e caixas de som.

Obs.:A sala deverá ter o máximo de isolamento acústico para simulação de gravação de ruídos de sala e ajuste de iluminação.

CARGA HORÁRIA:

5 horas.

 NÚMERO DE VAGAS:

Turmas de, no máximo, 25 alunos.

LOCAL:

As oficinas acontecem na sede do CTAv, que fica na Av. Brasil, 2482 – Benfica, Rio de Janeiro.


CADASTRO DE INTERESSE


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*As informações sobre datas e horários serão repassadas aos mesmos via email.